Eu era o céu, ele as estrelas que iluminavam minha face. Que geravam dúvidas desde os primórdios da humanidade, assim como sua luz refletida sobre meu rosto escuro me gerava quando não o sentia por perto. Será que ele vem? Há dois caminhos.

Assim como a borboleta na mão da criança que questiona o sábio, eu estou presa a você. Basta um martírio, e eu não existirei mais. Serei uma borboleta inanimada, nas curvas da sua palma, na linha da sua vida. Da mesma maneira encontro-me na superfície dela, e seus dedos são os únicos que podem me libertar, me deixar voar, ser vivaz. Do voo ao aperto. Do aperto ao voo. Toda situação simula um modo, mas é suplício, você nunca virá.


Don’t let your voice die

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