Desde que tenha a mesma experiência.
Sérgio Schüler
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As vezes sim, às vezes não. Vou te contar uma história:
“Certa vez, em uma empresa, um funcionário que tinha 5 anos de empresa e muito estudo ficou sabendo que uma funcionária nova estava ganhando mais do que ele em apenas alguns meses de serviço. Muito bravo, ele foi tirar satisfação com o chefe, sentou-se à frente dele e passou a ressaltar toda a sua experiência, currículo, tempo de trabalho e anos de dedicação àquela empresa. O Chefe ouviu atentamente e disse: “Certo, vamos conversar sobre isso ainda hoje, mas, no momento estou com uma preocupação. Hoje à tarde eu gostaria de pedir que a cozinheira fizesse uma torta de banana para nosso coffebreak. Você poderia me fazer o favor de ir até a vendinha na esquina e ver se tem banana?” O Funcionário foi. Ao voltar, ele informou ao chefe que não havia bananas suficientes. E o chefe perguntou “E quanto é a banana?” ao que o funcionário deu de ombros, já que não havia bananas suficientes, ele não procurou saber. O chefe então chamou a nova funcionária e deu as mesmas instruções. A funcionária foi e voltou com as seguintes informações: “Chefe, realmente não há bananas suficientes. Mas falei com o dono da vendinha, seu jairo, que me atendeu com muita educação. Ele disse que chegarão mais bananas até as 15h, deixei reservada uma quantidade suficiente para fazer até duas tortas caso o senhor queira levar uma extra para sua mulher, já ouvi a cozinheira dizendo que ela adora. O preço da banana está R$ 3,34 o kilo.” O chefe agradeceu, dispensou a funcionária, voltou-se para o funcionário sentado em sua sala e perguntou “ainda precisamos discutir aquele assunto?” Em negativa, o funcionário levantou-se e voltou ao trabalho.”

Independente do gênero, nem sempre o tempo de serviço é o que conta.

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