Uma viagem noturna no trem de lugar nenhum.

Uma das melhores coisas que aconteça comigo no ultimo um ano e meio foi a separação dos meus pais depois de 29 anos de casados. Dês de criança eu pedia aos céus por essa separação, pode parece estranho, mais quando você crescer num lar cheio de brigas diárias por motivos mesquinhos, a unica coisa que você gostaria é que as brigas acabace. Por anos eu odiei meu pai pelo seu comportamento egoísta e ausente, mais hoje depois da separação estou mais próxima dele, além de esta mais madura, consigo enxerga nele um homem bom, que nunca conseguiu enfrenta a vida de foma madura e adulta. Eu gosto muito da minha mãe, mais as vezes acho que elas foi pendendo sua personalidade pelo caminho, foram tantas dores de cabeça e sonhos não realizados que fizeram dela uma pessoa distante e amargurada. Nunca entendi porque esses does ser casaram e decidira forma uma família, mesmo quando criança, eu sabia que tinha algo errado, sempre teve uma barreira entre eles que foi se transformado numa muralha com os anos. Tenho um certo medo do casamento, são tantas historias e exemplos ruins, que sinto que o casamento muda as pessoas para pior.

Quando ela adolescente, tinha muito tempo e poucos amigos. Então comecei a ter um habitou de assistir filmes e lê livros em grandes quantidades, economizava o dinheiro do merenda só para alugar Dvd e compra livros no sebo. Teve uma época que fiquei apaixonada por literatura inglesa do seculo 18/19, nessa época li grande parte das obras de jane Austen e irmas Brontë, até hoje “Morro dos Ventos Uivantes” mexer comigo. Eu sonhava e um dia conhecer um homem e morrer pelo nosso amor. Saber, quando o ultra romantismo Inglês entra, é difícil de tira . Mais logo depois dessa frase romântica encontrei a ficção científica que me salvou de uma vida de suspiros e devoção fantasmagóricas.

Voltado a historia dos meus pais, minhas representações de amor sempre foram distorcidas, eu olhava meus pais e sabia que aquilo que eles vivia era tudo menos amor, os livros e filmes me mostrava um amor irreal sem materialidade, quando comecei a sair e procura minha própria representação de amo só conseguir caminha por uma jornada de adoração do amor. Estava apaixonada mais da ideia de esta apaixonada do que estava apaixonada pela a pessoa que dizia que estava apaixonada. Chore muito, por gostava da ideia de esta sofrendo, fiz dramas, até arrumei um namorado que nem gostava só para dizer para mim mesmo que estava namorado alguém.

Mais hoje aos 26 anos, vejo que não tenho mais saco para fica procurado um amor perfeito dos filmes e livros que seja, a representação de amor que meus pais não tiveram um pelo outro. Depois de tudo que já passei, acho que minha jornada chegou no ponto nove, já enfrentei tudo que deveria enfrenta, estou mais forte e esperado minha merecida recompensa. Acho que a vida toda estava fazendo uma viagem noturna no trem de lugar nenhum, mais hoje percebo que pela primeira vez estou curtido a viagem.