Dizemos que a câmara não nos representa, mas não lembramos sequer dos candidatos a deputados a quem destinamos nossos votos nas últimas eleições. Essas figuras encontraram uma visibilidade inédita e sugaram como puderam (e quiseram) cada segundo de fama que lhes foi dado, atestando em escala internacional a nossa incompetência eleitoral. Fica aqui a lembrança então de que, se são eles os palhaços, somos nós os fundadores do circo.