Jul 25, 2017 · 1 min read
se é pra contar a minha história, é pra contar a história do medo. de não ser uma boa mãe, de fazer cocô na hora errada (e isso não é nem um medo que veio com a gravidez), de brigar, de gritar, de viver, de não corresponder às minhas expectativas, às dos outros, à dos meus espíritos protetores, e por aí vai.
ontem aprendi que sou perfeita. fui criada, no sentido espiritual da palavra, para compreender o universo, enxergar além da visão do corpo físico, amar e ser amada. por isso, nesse momento, eu me absolvo. sabendo que meu caminho é de evolução, de aprender com a experiência.
não quero mais ser maiúscula. não quero ser menos. quero ser tanto que não preciso gritar para ser ouvida, porque os ouvidos que me escutam são o bastante.
