Obrigada por ser

Tenho reparado ultimamente na quantidade de “pessoas clichê” que existem.

Sabe aquela pessoa que se enquadra em um estereótipo bem específico? Que você consegue adivinhar o que ela vai falar ou que roupa vai usar ou qual o programa ela gosta de fazer? Pessoas extremamente previsíveis e até meio sem graça.

Esse tipo de pessoa parece que não pensa, que vive no automático, como se simplesmente procurasse uma caixinha para se enquadrar e seguisse sua vida dentro dela sem nem pensar em quais são as outras possibilidades.

Claro que assim é fácil manipular a massa, são todos iguais! Fáceis de ler, fáceis de entender, fáceis de influenciar.

Essas são aquelas pessoas que reclamam toda segunda-feira, que só sabem falar do tempo, que têm frases características, que reclamam dos políticos sem ler nada antes de ter uma opinião, que acreditam em todas as promoções, que têm preconceitos, que acham que só tem um jeito certo para as coisas, que acham que as coisas vão melhorar quando “alguém” fizer alguma coisa, que casam/aceitam o emprego/compram um carro porque é assim que tem que ser, resumindo: que não pensam.

Está difícil achar pessoas que sejam originais, autênticas, que façam do seu jeito, que criem, que estejam, que pensem, que sejam!

Hoje eu agradeço a todas as pessoas conheço, e que não vivem no automático, apenas por serem. Vocês me derem o prazer de conhecer você e não um clichê qualquer.

Obrigada por ser!

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