Parte 1: Entrevistando candidatos

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Em algum momento da sua carreira você vai entrevistar alguém. Seja você profissional de RH ou não, gestor(a) ou não, alguém vai te chamar para uma sala, provavelmente sem dar muitas informações sobre o quê, como e por que fazer aquilo, deixando você em frente a um estranho com a seguinte frase: “Candidato, Fulano(a) [no caso, você] vai conversar um pouco contigo sobre a vaga. Fulano(a), esse é o candidato, você poderia falar um pouco pra ele sobre a empresa?”

Pode ser o caso também de quando você estiver lendo essa mensagem isso já ter ocorrido e, na verdade, entrevistas serem uma realidade na sua rotina. Você se considera relativamente experiente nisso e, inclusive, possui seu próprio roteiro, modus operandi e banco pessoal de perguntas favoritas. …

Uma abordagem iterativa e interativa

Na imagem lê-se o título do artigo e o logo da Mobicare sobre fotografia ilustrando uma reunião
Na imagem lê-se o título do artigo e o logo da Mobicare sobre fotografia ilustrando uma reunião

Nos meus 10 anos de carreira em RH já tive experiências ótimas e experiências não tão boas. As ótimas parecem que vem nos ajudar a ter segurança sobre as coisas que estamos fazendo. É um “selo de qualidade”. E quase sempre são esquecidas rapidamente. Muitas vezes porque logo depois surgem aquelas experiências ruins, desagradáveis, que queremos esquecer, mas não conseguimos.

Não vou nem entrar no discurso “linkediniano” moderno de que são essas experiências que nos fazem crescer. Isso é meia verdade apenas. Digo que é meia verdade porque já vi muitas empresas, guiadas por suas áreas de RH, Gestão de Pessoas, Desenvolvimento Organizacional, ou seja lá como queira chamar, repetirem anualmente essas experiências negativas.

Pequenas coisas que minha carreira em RH me ensinou sobre carreiras em geral

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LinkedIn, Medium, blogs de soluções SaaS para RH, RHTechs e redes sociais estão cheios de informações sobre carreira. “10 passos para se tornar um profissional melhor”, “432 formas de se pedir aumento”, “o que saber antes de aceitar uma proposta de emprego em Vanuatu”. É uma miríade de assuntos ligados à vida profissional e gestão.

Tenho mais de 10 anos de experiência com RH e sempre fico com a sensação de que a maioria desses textos cometem o mesmo pecado. São “pasteurizados”, uma repetição de lugares-comuns que, de alguma forma, soam corretos, mas não encantam. …

About

Mario Bello

HR professional with more than 10 years of experience managing, developing and making people happier and more productive. www.linkedin.com/in/mariovbello

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