Por que parei de planejar
Gustavo Tanaka
17320

Mais uma vez, muito interessante seu artigo… Eu também já pensei muito sobre o tema e sobre a influencia que isto teve, ou não em minha vida… Na época da escola, não sabia muito bem que carreira seguir… mas fui indo com o fluxo e seguindo sem saber o que meus instintos diziam… gostava muito de Física e acabei fazendo engenharia… Pensava em fazer elétrica e acabei decidindo pela Mecânica… fiz estágio e acabei trabalhando em Produção / Administração… Em vez de opor resistência percebo que fui seguindo o fluxo e as oportunidades que apareciam… e as coisas foram dando mais certo ou menos certo, quando necessário com uma correção de rumo. Depois trabalhando e voltando a estudar, e pressionado pelo ambiente técnico, acabei acreditando ou iludido que planejamento e atingimento de metas eram “um grande negócio” e me iludindo que eu estava no controle e chegava onde queria, e esquecendo a historia do fluxo… até muitos anos depois esbarrar em um incidente pessoal… a esposa com uma doença grave que acabou se demonstrando terminal, contra minha vontade e meu planejamento… Fui obrigado a refletir e principalmente perceber, por esta e outras situações, que o controle e o planejamento realmente não parecem fazer muito sentido… Tive até aqui que me desvestir de carga de muitos anos de crença acumulados, e este artigo me despertou um pouco este histórico que estava por ai meio esquecido… Percebo que o que hoje as vezes me parece falta de rumo ou decisão mais clara, faz parte de uma sabedoria readquirida, mas não totalmente trazida a luz da análise (agora despertada pelo artigo) de que realmente, estar atento ao fluxo e as oportunidades que vem em nossa direção pode valer bem mais que muito planejamento desgaste e frustração… Obrigado pelo texto…

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