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É um texto razoavelmente bem escrito, vagamente interessante na parte das memórias, mas, de resto, é apenas um amontoado de pedantismo maquiado com comentários sobre estética que qualquer um poderia ler em um artigo minimamente respeitável. Além disso, a associação entre ladeiras, memórias, e o uso do amor como um caminho para a harmonização estética, é tão espalhafatosa quanto forçada. Em outras palavras, você foi capaz de cagar na única parte decente do texto. Não devemos nos esquecer da gritante redundância do seguinte trecho: “memórias, lembranças e reminiscências”. Não sei se percebeu, mas você utilizou TRÊS PALAVRAS diferentes para dizer exatamente a mesma coisa. Outro trecho um tanto quanto artificial e presunçoso: “ Reconheço que não é para qualquer um DILACERAR-SE com visões de vitrais rosáceos, mosaicos bizantinos e arquivoltas”. Como se não bastasse, a conclusão apresenta uma afetação que chega a ser patética. Faz referência a Goethe, introduz uma frase de efeito e acha que escreveu algo extremamente arrojado, criativo. Estou me perguntando o que me incomoda mais nessa “crônica”, a insolência ou a verborragia. A menos que tenha escrito isso ironicamente, sinto-me obrigado a dizer que é horrível, um desrespeito à Literatura. Por fim, 5/10.

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