Dancei. Sim, no corredor. Depois (desculpa, Marina — a nutri ❤) tomei uma cervejinha artesanal

Acordei p* da vida, dormi mal, com calor, mosquito e zumzum na cabeça. Devo ter tensionado o pescoço e acordei com ombro travado. Legal! Cheia de quilo pra perder com o braço ruim. Dia de ir ao supermercado maneta. Joinha. Dirigir e passar a marcha com dor. Joinha também.

Mas a graça de estar me permitindo entrar em contato com as necessidades do meu corpo e ouvir/atender quando ele me pede algo, foi estar sentada trabalhando ouvindo uma playlist do capiroto de boa (spotify: FrienDeSemana — recomendo!) e sentir que eu tava tensa pra caramba! costas, pescoço tudo agarrado, tipo gordura na panela que você mexe pra um lado, estala de outro e a 'inhaca' continua ali agarrada… Dance. Levantei e dancei. Comecei a deixar o corpo fazer o movimento que queria, braço em pêndulo, costas fazendo um S, pés saltitando, sei lá por quanto tempo isso durou. Mas isso foi bom.

Pensei em ir rir de mim na frente do espelho, mas ele me travaria- fato! Quantas poses pré-moldadas já não temos de nós ao nos olharmos no espelho?! Era a vez do corpo dançar. E lá fiquei no corredor curtindo a onda. Quando papis chegou com minha avó em casa, a compostura e a razão logo me colocaram de volta ao meu lugar. Mas já estava muuuuuuito melhor.

E pra coroar, ainda ganhei do papis um copo da cerveja produzida por ele.. 7 e tantos% de teor alcoólico… Sinto muito dorflex. Hoje você perdeu!