O direito de ser estranha

A semana começou cinza, literalmente.

Cortes.

Faca.

“Vai ficar tudo bem, nada é por acaso”

Nada?

Verei. Veremos.

Acordei cinza.

Mas acho que nem durmi.

A verdade é que eu só quero ter o direito de cultivar os meus monstros também.

E dar uma surtada de vez em quando.

Ser esquisita às vezes.

Estou precisando disso.

Estou cansada de um coração cheio de razão.

Estou cheia de certezas que, talvez, não sejam minhas.

Sinto que preciso ser estranha para saber o que quero de mim de verdade.

É uma fase.

Só isso.

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