
Hoje o consumidor não é mais passivo. Atualmente ele é coautor de histórias contadas de forma linear aos conteúdos distribuídos por meio das mídias de massa e a cada passo que avança em direção às inovações tecnológicas, rejeita a publicidade interruptiva broadcast, demandando das marcas e instituições histórias maiores do que elas mesmas e seus produtos.
O atual contexto exige das empresas e instituições o desenvolvimento de novas formas de conexão com a sua audiência. Aquele conhecido modelo de mídia de massa cai perante uma comunicação mais direta, customizada e personalizada que respeita os valores individuais de cada pessoa e vai ao encontro de suas crenças. Ignorar essa nova realidade quando praticamente todos os setores já estão sendo afetados pela revolução digital é, consequentemente, perder a relevância na mente do consumidor.
Diante disso, a inteligência dos dados, contribui positivamente nessa nova forma de comunicar. Com este clímax da “Era Social” visual e sem fronteiras, onde as experiências pessoas viram uma espécie de micro espetáculo, a própria audiência registra e quantifica pistas preciosas sobre ideias e crenças que mais valorizam, tudo por meio de suas selfies, tweets, curtidas e compartilhamentos.
Portanto, quando uma marca se dispõe a ouvir mais suas audiências, melhor será a criação de narrativas customizadas e adaptadas a suas realidades e melhor será sua capacidade de envolvê-las e engajá-las. Só assim, tanto empresas quanto instituições renovam suas conexões com o consumidor a fim de estimular o consumo de suas ideias e produtos.