Eu digo/disse, SIM.

Lá vou eu mais uma vez contar uma história que aconteceu a algumas semanas atrás.
Eu disse sim a um dos melhores pedidos de namoro da minha vida. Vocês se perguntam, teve flores, orquestra e o menino ajoelhado no chão? Eu respondo, não. Não teve nada disso e jogo outra pergunta pra vocês, precisa disso pra um pedido de namoro?
Precisa ter algo grande pra provar um amor? Pra mim é consumismo.
Pra mim a melhor coisa, não é restaurante caro e sim comer um dogão na esquina sentado na calçada, dividir dinheiro pra comprar um doce ou salgado na cantina do colégio/faculdade, é andar quadras e quadras só pra ter a companhia do namorado e também um simples gestos de dar as mãos na rua ou num mercado qualquer.
O meu pedido de namoro foi o mais simples e mais fofo que recebi, digo que foi inesperado, foi único. Quanto mais você planeja, algo vai dar errado. (Não generalizando, planeje os estudos pelo menos)
Quando você acha alguém certo na vida, você vai pra frente e não pensa somente em você, você começa a pensar na pessoa do seu lado, não somente ir sair sozinha e sim, sair pro parque com seu amor.
“MAS SE QUISER VOCÊ PODE FICAR UMA VIDA INTEIRA.”
Como diria a Bruna Vieira (Depois dos Quinze): Na vida, é preciso dar tempo ao tempo para que o universo ajeite tudo o que está errado sem nem mesmo nos darmos conta de que, finalmente, estamos conseguindo ser feliz. Um passo de cada vez, sem atropelar momentos ou acelerar sentimentos.
Eu digo que o meu namoro surgiu de vários baques da vida, levou tempo pra conhecer a pessoa que está do meu lado e falo, tivemos que aprender com muitas coisas, viver com algumas delimitações, esperar (como esperamos) e viemos com muita alegria pra chegar onde estamos hoje, namorando e feliz.
O amor estava do meu lado e eu demorei pra ver.
