O que diabos aconteceu com a GERAÇÃO Y?!
Ícaro de Carvalho
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Muito bom cara, eu, em rodas de discussões, tanto online quanto presencial (ohhhh, isso ainda acontece!!!), sempre falei na babaquice que é o termo “geração Y”. Primeiramente por que aqui no Brasil isso é uma realidade de menos de 10% dos jovens, que são de classe média-alta e alta e importou o temo (aliás, como tudo o mais para essa parcela da população, que vivem uma vida norte americana ou européia aqui no Brasil). O restante da população produtiva vive nesses moldes citados no texto.

Quem trabalha com alta tecnologia e inovação tá nessa aí de ser chamado geração Y, mimados ao extremos, egos inflados por elogios ao fato de serem “mais inteligentes que a todas as gerações anteriores” e, no final, só é uma mulecada ingênua que estão sendo explorados pelo velho sistema que ferrou com a vida de nossos avós, pais e agora a nossa… Sempre se camuflando e usando a vaidade humana pra conseguir o que quer (me lembro do personagem do filme Advogado do Diabo, interpretado por Al pacino que, no final do filme fala: “Vaidade, definitivamente o meu pecado favorito).

A concepção da ideia de geração Y tenta reviver o movimento hippie no mundo corporativo mas com um apelo muito inferior: na era hippie o lema era sexo livre, paz, amor e drogas, agora o lema é horário livre, pizza, inveja e rivotril.

Agora, respondendo à sua pergunta, “O que aconteceu com a geração Y?” a resposta é mais aterrorizadora do que imagina: Ela nem sequer existiu. É apenas a mesma de antes, com gadgets conectados a todo momento.

Parabéns pela reflexão!