19/06

As coisas andam dando certo pra mim e o grau de estranheza que isso me proporciona chega a ser engraçado. É de rir como é bom ter a cabeça no lugar e o coração leve, levinho.

Os problemas dos outros são dos outros, e mesmo que eu pare e tente formar uma opinião como de costume, de repente eu tô pensando na morte da bezerra.

As pessoas que me acompanham recebem andam recebendo minha melhor versão. As que me vêem de longe também recebem meu olhar, as que por conveniência apareciam, não sei por onde andam.

No trabalho as coisas estão melhorando, em casa as conversas fluem, na rua os porres que eu tomo são por pura vontade e não necessidade de esquecer alguma coisa ou alguém.

Amei e não aconteceu, e hoje sim , está tudo bem. Fui amiga e levei pancada, mas hoje, depois de um tempo, está tudo bem. Ontem eu perdi 50 reais, mas tranquilo, tudo bem, eu posso passar fome o resto da semana, tranquilo.

No final, fica sempre tudo bem. Não dificulto o que pode ser fácil, e difícil é adivinhar os números da mega.

Agradecer pelo que fica, agradecer pelo que decide não ficar. Deixar livre as porra das borboletas, o que for nosso o vento traz e se não for que ele leve pra bem longe pra não ocupar espaço.

Deixa o pau torar e já dizia Tati quebra barraco :

“Quem gostou bate palma, quem não gostou, paciência”

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