Por que UX Designers têm medo de semiótica
Bruno Canato
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Em alguns projetos que fiz durante a faculdade procurei embasar decisões estéticas na tradução intersemiótica e acabei encontrando uma fonte de conhecimento bastante interessante.

Enquanto fui entrando no mercado de trabalho a semiótica (e na verdade qualquer análise reflexiva mais profunda sobre o design digital) foi fugindo do repertório diário social. Excetuando algumas raras ocasiões de contato com alguns designers interessados e amigos, a discussão reflexiva de nível mais profundo basicamente some do cotidiano do designer que está dentro do mercado de trabalho. A tendência, ainda mais no mercado brasileiro, é que viremos trabalhadores de linha de produção. Como um chefe meu gostava de falar “ fazer estilo de botão”.

Ainda assim, fora do brasil vejo pouco conteúdo profundo sobre design, percepção, teoria da informação, semiótica, que são as bases da nossa profissão como UX designer. Mas ao mesmo tempo estou limitado à minha experiência com artigos na internet. Tenho curiosidade por entender quão “market-driven” os gringos são.