Sobre a USP

Meu professor, Edmundo Escrivão Filho, chamou a polícia pra, se preciso, me bater e me tirar à força de um prédio que nossos pais sustentam, com muito trabalho. Além disso, eu posso estar sendo processado judicialmente por ele, nesse instante.

Ele fez isso simplesmente porque eu, mais outros colegas, depois de tentar muitas vezes em vão dialogar, pacificamente ocupei a prefeitura do campus pra pedir condições dignas de moradia, que eu não posso pagar, embora pague meus impostos e dívidas.

Me sentindo humilhado e sem saber ao certo o que esperar de amanhã, só consigo ter certeza absoluta que eu não pertenço a esse lugar.

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