brigando na visão marítima. donde se aninha nimim a arrogância e a brutalidade. como se Aninha não vestisse calcinha tamanho a felicidade. ciborgues contentes com seus pôneis mordedores montam castelos de barro. um batalhão, um punhado, de tilápias do Nilo rajadas bulindo querosene, um montão, dançam roçando e subino o bambuzal massudo. o morro oceânico se desprende se confunde com o lago. profundidade, olhos escuros, dispersos no discurso de pular fora de se safar do meu recinto cheio de bichinhos tingidos e cânones descascados e projéteis campestres. depois juras de rancor bravo, depois meses tremeliquentos, depois um flash daquela bunda branca de classe média altíssima- bunda trabalhada no creminho, esteticista e jump, bundona amaciada pelas bocas da machaiada universitária rica de república com empregada e por lésbicas atômicas que desprezam a teoria queer. depois o velho estéreo, quando ativado, expele assim: eu vou rifar meu coração…