Too many options!

Quando se desenvolve um produto, fazer com que ele possua uma maior quantidade de funções nem sempre é o melhor caminho, uma vez que esse volume de funcionalidades não signifique que o produto será o melhor. Se tratando de mercado, essa não é uma boa opção, se o que for desejado é a qualidade e o foco na experiência do usuário.

A experiência do usuário é um campo bastante delicado, juntamente com aspectos relacionados à qualidade e quantidade. Segundo Dieter Rams em seu 10º princípio do bom design, “Good design is as little design as possible. Less, but better — it concentrates on essential aspects. Products are not burdened with non-essentials. Back to purity, back to simplicity.”.

É comum alguns produtos não serem lançados ao mercado devido as empresas ambicionarem tanto. O que também pode acontecer é que o produto acaba indo para o mercado, porém meio que feito de qualquer forma, sem nenhum cuidado a mais em relação a experiência do usuário que diferencie dos demais. Sendo assim, o retorno do público não acontece.

Para se ter um produto que tenha qualidade na experiência do usuário, é de suma importância que se priorize as funcionalidades. Quando é dado um leque maior de possibilidades, a tendência é de que as pessoas fiquem perdidas, por isso foque no que é essencial.

Mas saiba que priorizar funcionalidades nem sempre é uma tarefa fácil, pois escolher quais funcionalidades precisam ser removidas pode chegar a ser mais trabalhoso que inserí-las. Isso deve ser feito levando em conta quais as necessidades que os usuários possuem, quais as necessidades que o negócio apresenta, e quais são as condições técnicas para que essas funções sejam desenvolvidas.

Algo muito importante quando está desenvolvendo um produto para ser lançado ao mercado, é conseguir enxergar qual será seu futuro, mas com relação as próximas versões. Após o lançamento é interessante que se faça uma avaliação e análise, para assim descobrir se os usuários estão realmente conseguindo manuseá-lo. Dessa forma é possível descobrir falhas e melhorar a experiência do usuário.

Referência:

O livro “Introdução e boas práticas em UX Design”.