O bom do Natal

quem diga que o bom do Natal é rever a família. Tem aqueles que, por um motivo ou por outro, não querem vê-la nem… Nem no Natal.

Há quem diga que o bom do Natal é o clima de festa, a animação, a esperança, o clima de acolhimento. E por mais que isso tudo seja muito bom… Tem sempre alguém odeia.

O Natal costuma acender nas pessoas um fogo morno que aquece os corações- como se fosse uma lareira dos filmes hollywoodianos. Em alguns casos, pode acender o fogo da discórdia: discussões na mesa do jantar, antes (durante e depois) da troca de presentes, e o clássico sentimento de “Essa comida não vai sair nunca?”.

Conforme a idade passa, a magia do Natal talvez vá se perdendo.

“Sério que você acredita em Papai Noel?”

Já destruiu a vida de muita gente (não necessariamente de crianças).

“Roupa, tia?”

Que atire a primeira pedra quem nunca disse ou pensou isso na infância.

É um show de cores, luzes, enfeites, cartazes, presépios e árvores (todas repetidas há não sei quantos anos) que faz inveja a qualquer aniversário. Até a cidade de Natal é incrível!

A Emília uma vez disse que a vida é um pisca-pisca. Será que a vida só faz sentido no Natal, então? Afinal de contas, por mais que ele seja bom, todo mundo já teve a sua experiência traumatizante, assim como a vida.

Mas esqueçamo-nos de tudo isso.

Afinal de contas, o bom mesmo do Natal é o panetone.

O bom do Natal
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