E Jean Carlos Barusso. Sem falar na nova onda musical mais indie e cada vez menos brasileira. Incrível como qualquer merda que fale de amor e dor de cotovelo, sempre de um jeito meloso, repercute muito bem. E, óbvio, apenas com um violão e uma ou duas garotas de voz fraca, buscando ser Mallu Magalhães ou Clarice Falcão. Essa acertou apenas ao se casar com Marcelo Camelo, enquanto desta virei fã a medida que não vejo mais nada com sua participação. Se realmente parou a carreira, foi um ato sublime. O Brasil carece de Brasil.
Carece de Drummund, de Machado, de Vinicius, de Elis, de Suassuna, de Mários, de Ramalhos, de Cartola, de Ary, de tudo quanto grande que fora esquecido. A pobreza fora esquecida. A força fora esquecida. A realidade fora esquecida.
Enquanto nossa produção “criativa” der-se por satisfeita com mais do mesmo, calmantes com efeito colateral de vômito, não seremos Brasil. É assim voltamos a ser, como o mundo já nos vê, terra de macacos.