Queria falar aqui sobre o dia em que “conheci” a minha namorada pela primeira vez, ou pelo menos quando descobri que era ela a pessoa que fazia meu coração bater mais forte com um simples “oi”. Enfim… Neste dia, eu acordei bem determinado em falar que sentia algo além de carinho e muita vontade de estar ali, com ela. Eu tinha uma formatura pra ir neste mesmo dia e resolvi me abrir. A resposta não foi animadora, houve uma resistência e ela fez um jogo duro danado. De primeira, sem sucesso. Segue. Eu saí de casa bem confiante de que, lá no fundo, ela sentia algo por mim também. Isso me fez manter o foco, digamos assim, e não desistir dela. "Confiei no meu taco" e apostei na conversa, naquela rotina de acordar e passar o resto do dia conversando. Como era férias, poderia facilitar. Os dias foram passando e a gente foi se tornando bons amigos, quase íntimos. Depois de dias indo dormir às 5h da manhã, vi que já não era mais possível ficar longe dela. Era amor. Daí eu fui analisando o que estava acontecendo, quais as chances daquela boa relação se tornar algo mais sério e eu disse pra mim mesmo que seria o mais transparente possível, para que ela gostasse (ou não) do verdadeiro Matheus. Eu não queria me passar por outra pessoa, inventar personalidade.

Depois disso, ela também passou a demonstrar o que eu já sentia há tempos. Passamos a ficar dependentes um do outro e finalmente aconteceu o que eu tanto sonhava: ela admitiu que também gostava de mim. Meu coração se encheu de alegria, quase parou diante de tanta emoção.

O resto é história…

Estamos prestes a completar três meses de namoro oficial, já são 11 meses juntos e uma vida inteira pela frente. Agradeço a Deus todos os dias por ter uma pessoa incrível ao meu lado, ela é dona de um sorriso encantador. Eu a amo demais e farei dela a mulher mais feliz do mundo! Obrigado, Mari.

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