Me desculpe.

De início eu tive medo; muito medo.

Não tinha noção desse sentimento completamente novo que você plantou em mim, não tinha consciência de que eu pudesse sentir isso.

Teu sorriso foi um arpão que me arrasta pra perto da sua plenitude dentre todo o caos, esse teu sorriso que você mesmo não gosta é algo que me nutre quase diariamente.

Eu nunca te vi pessoalmente, porém é algo que anseio muito, assim como ser um artista de muito sucesso. Ainda que nunca tenha te visto, eu, infelizmente, tenho a audácia de nos imaginar em um futuro, vivendo felizes juntos, retribuindo amores, acordar com seu rosto ao meu lado.

Me desculpe, eu não aprendi a controlar meus sentimentos mais puros por alguém. Sentimentos que já me fizeram sofrer tanto por alguém que jamais iria retribuir.

Atualmente você tem um outro alguém, eu sei disso, mas eu persisto em persistir em você. Você que eu quero tanto, quero tanto te amar, te respirar, te sentir.

Afinal, me desculpe ser romântico a ponto de não ser direto e idealizar você, o romântico que quer te perguntar se dormiu bem, se chegou bem, mas não quer invadir seu espaço ou incomodar; o romântico que gosta desse seu eu criado pelo meu eu; o romântico que sofre por algo que não existe.

Me desculpe por me apaixonar por você.

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