Pokémon Go: a infantilização de uma geração.

Em menos de 24 horas do lançamento de Pokémon Go aqui no Brasil vários assaltos e acidentes com um misto de diversão já aconteceram.

Para se ter uma dimensão disso tudo, em Curitiba um jovem foi atropelado e outros dois – pasmem vocês! – caíram no lago do parque Barigui.

Se por um lado as pessoas estão deixando o sedentarismo em casa, do outro lado jovens e marmanjos com seus mais de trinta anos nas costas estão arriscando suas vidas em prol dos monstrinhos.

Diante disso, um suposto celeuma veio á tona.

Os asseclas do aplicativo criaram um apartheid imaginário. Agora a disputa é entre os pokegamers vs. os demais – WhatsAppers, Facebookers e cia.

Não se pode criticar um joguinho de celular. Muito menos certas condutas decorrentes do mesmo.

A internet está cheio de bebezões. Soltam o choro por qualquer coisinha.

Não é por acaso que vivemos na era dos “mimimi” e da eterna goleada por 7x1.

A questão central não é o uso de um joguinho ou uma rede social, mas sim da infantilização de muito marmanjo.

Cada vez mais a vida virtual substitui a vida real.

É isso aí! Pokémon temos que pegar.