UPDATE: Thanks to a good friend of mine, at the end of this text is the English version.
Matheus José Maria
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Aaahhh esta ‘intelequitualidade’ de esquerda que ‘prega pra convertido’ gosta de buscar em seus malabarismos ideológicos os mesmos espantalhos adotivos de sempre…os golpistas imperialistas de uma elite branca de olhos azuis…cheguei a ler algo como “não fui no protesto porque estudei história”… seria este um caso de humilde arrogância ou simples prepotência?.. peço mais uma vez aos que enxergam e promovem fantasmas não sepultados, por favor me deem um exemplo de sucesso da doutrina comunista na história!

E por favor, não vamos nos julgar assim tão “tutores das mais altas intenções humanistas e humanitárias”… menos né?

E tergiversar, atacando, por exemplo, a ditadura militar, mas esquecendo que o discurso de um Stédile, de um Dirceu ou de um Lula (aqueles discursos para plateias amestradas, é claro) buscando se diferenciar de um Geisel, é desonestidade intelectual…Ou alguém discorda que dar poder para aquele ‘representante’ da classe operária e camponesa este agiria com extrema cautela em relação às liberdades individuais e de expressão? como minha vá já dizia: ‘Conversa pra boi dormir’… “Esta ‘intelequitualidade’ gramsciana precisa se tocar que quem foi à rua ontem não apoia nem uma, NEM OUTRA”!!! para mim são duas doutrinas de bosta que nos colocam no fogo cruzado!! nem quero Geisel e nem quero Stédile!!

E só mais uma coisinha… quem foi mesmo que liderou as marchas Fora Sarney!! Fora Collor!! e Fora FHC!! ????
Estamos diante de um caso clássico do aprendiz superar o mestre, que diga-se de passagem, o mestre deve estar tremendo nas bases…
Sorte a deste líder de esquerda não termos uma guilhotina francesa por estas bandas para separar bem as ideias…

“Se a História não se apieda destes homens, vale a pena, a nós, homens como eles, considerá-los com humanidade. E se a morte a todos nos torna iguais, a maneira como a enfrentamos torna-nos frequentemente diferentes. A esse propósito, e ao contrário de quase todos os revolucionários que enfrentaram, mais tarde, a guilhotina, o comportamento de Luís XVI foi, perante a sua morte, digno das mais extraordinárias novelas em que se exaltam os heróis. Dela existem três relatos fidedignos: o de Jean-Baptiste Cléry, seu empregado de quarto, o do Abade Edgeworth de Firmont, o seu confessor, que o acompanhou ao cadafalso, e, mais significativa do que estes dois depoimentos, porque insusceptível de qualquer reserva ou dúvida de autenticidade, foi a do infelizmente célebre Charles-Henri Sanson, o carrasco. Este último escreveu as seguintes palavras, um mês exato após a execução do Rei: “Para ser fiel à verdade, ele aguentou tudo com um sangue-frio e uma força que nos espantaram. Estou convencido que tirou essa força dos princípios da sua religião, porque não poderia haver alguém com mais fé do que ele”. Tinha razão. Na véspera da sua morte, Luís XVI confidenciou ao seu confessor: “Como estou contente por ter conseguido agir de acordo com os meus princípios. Sem eles, onde estaria eu neste momento?””

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