Vender mais ou vender melhor: publicidade pós-consumismo
Box1824
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Interessante ler esse texto justamente hoje quando estive presente em um evento em que se propunha discutir o papel do gestor de projetos no contexto de transformação das agências. Uma das preocupações era a evidente perda de jovens talentos para startups e techs. A perda do glamour e do cool das agências é gritante. Eu já tinha algumas reflexões sobre essa questão, mas para mim ficou evidente quando um dos debatedores disse que se preocupava com a qualidade de vida da sua equipe pois tinha colocado sistema de identificação biométrica. Assim, virar noites trabalhando não seria um problema, pois todos iriam receber por isso. De fato, geração y e millenials buscam mais do que hora extra, buscam um propósito. Qualidade de vida é poder ter tempo com família, parceiros e amigos. E tempo com qualidade e não no laptop trabalhando enquanto se “assiste” TV com os filhos . Para mim ficou evidente que se de fato tal cultura não for repensada a morte das agências virá por falta de mão de obra engajada e qualificada. A fuga de talentos acredito que se dará não somente para startups e techs, mas principalmente para o desenvolvimento de novos modelos de negócios que aliem colaboração, qualidade de vida e propósito.

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