Essa é a principal meta-lição do ensino das “escolas” obrigatórias do estado: elas não ensinam nada…
Fabiana Cecin
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Escolas Libertárias versus as fábricas de neuroses e Psicopatias

Concordo.

Os primeiros contatos que tive com essa crítica da escola foi na leitura de Ivan Ilich no clássico “Sociedade sem Escolas”. Mas foi no pedagogia libertária brasileira que encontrei muito sobre o tema. De fato o Brasil não tem grandes filósofos e economistas políticos libertários, mas é uma das maiores “escolas” de pedagogia libertária do mundo. Gallo, Passetti talvez sejam os mais reconhecidos. Isso é claro sem contar a pedagogia libertadora de Paulo Freire que pode ser considerada a parte numa nova escola. E outras escolas libertárias ou que tem a liberdade como valor que nasceram em outros países e aqui tem crescido bastante. Como as Waldorfs criadas pelo “pai” da Antroposofia Rudolf Steiner, ou a Escola da Ponte portuguesa que entre outras fontes bebeu na de um educador ligado ao espiritismo: Eurípedes Barsanunfo (também com um nome desses só podia, se não fosse ligado era com certeza espírito).

Para quem se interessa por essa linha de pedagogia neste site tem um link para baixar o livro:

Já para quem não conhece e se interessa por livros que tratam sobre os domínios da mente escritas por cientista psicopata, Doutor Sargant, que entende bem do riscado, não sei se de ciência, mas com certeza da ciência aplicada a finalidades psicóticas, enfim um especialista:

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