Contra o H1N1, tecnologia da comunicação!

Mais janelas abertas, álcool gel, sabão, água e… Medicinia! Saiba como o nosso aplicativo pode fazer parte da lista de aliados na prevenção da disseminação de doenças como a Influenza.

O surto de H1N1 está fazendo muita gente rever a rotina. Escolas e empresas já começaram a aposentar os bebedouros e a priorizar a instalação de bombonas de água; orientar que as janelas fiquem abertas para facilitar a renovação do ar e a incentivar a limpeza regular das mãos. Não dá mesmo para subestimar a Influenza, que se manifesta como uma doença respiratória aguda, altamente contagiosa, e que tem causado uma corrida às unidades de pronto-atendimento de todo o país.

Onde a tecnologia da comunicação entra nessa história?

Como grande aliada! Hoje os pacientes precisam ir a unidades de atendimento de saúde (pronto-atendimento, consultórios, hospitais) caso tenham qualquer dúvida ou precisem buscar uma nova receita, um encaminhamento perdido. E aí são submetidos mais intensamente ao risco de transmissão de doenças, como a gripe. Porém, o médico de hoje já pode oferecer o conforto e a segurança de um atendimento continuado, sem que o paciente precise sair de casa e se expor desnecessariamente a ambientes onde circulam mais comumente os agentes infecciosos, como o H1N1.

Sabemos que boa parte das consultas de retorno, não precisam, necessariamente, ser realizadas presencialmente. Podem ser trocadas por interações profissionais remotas, sem prejuízo algum ao paciente. O mesmo é verdadeiro para confirmações de prescrições e dúvidas pós consulta. Está aí a proposta do Medicinia: um canal para troca de mensagens instantâneas, com segurança e confidencialidade, que arquiva o histórico do paciente, permite um ganho operacional fantástico, pode gerar renda extra e ainda (ufa!) faz parte do arsenal tecnológico que pode ajudar o médico a manter o acompanhamento de seu paciente onde quer que ele esteja.

Trabalhando com relacionamento médico, desde 2012, a nossa equipe tem acompanhado a multiplicação de cada vez mais argumentos em defesa desse novo tipo de relação em saúde. Sabemos que estamos diante de um desafio cultural enorme, mas somos cientes também de que não dá simplesmente para fingir que, bem na frente de nossos narizes, não se consolida uma nova e revolucionária modalidade de atenção continuada a saúde — ainda não batizada e nem mensurada em todo seu potencial — , mas que vem sendo rapidamente absorvida pela classe médica e pela população.