
Os gastos com saúde são uma pedra no sapato dos empresários brasileiros. Só entre 2013 e 2018, os custos com plano de saúde empresarial aumentaram 158,3%, segundo dados da ANS, IBGE, Banco Central/Focus, publicados no jornal Valor Econômico. Depois do salário, é para esta área que as companhias direcionam a maior parte de seus recursos.
Todo o cenário tem que ser avaliado com muito cuidado, diante de sua complexidade.
Os benefícios estão entre os fatores mais determinantes para a permanência de funcionários na empresa, revela o Great Place to Work (GPTW). Quem quer reter talentos, portanto — outro grande desafio das empresas — não pode simplesmente sair cortando benefícios nessa área pensando apenas em economizar.
Ainda segundo o GPTW, para uma empresa ser considerada um lugar desejado para se trabalhar e, assim, manter um time de alta performance, é preciso construir uma conexão genuína com o funcionário. Como? Confiança é o nome da mágica — tanto que a GPTW usa um indicador chamado de Trust Index — índice de confiança para aferir a saúde da relação empresa-colaborador.
Feita essa aproximação, a companhia tem muito mais chances de receber o melhor do funcionário, que passará a produzir mais e ajudará a manter um bom clima organizacional. E quanto mais gente feliz no trabalho, menos gastos com saúde.
Nos EUA, por exemplo, há pesquisas mostrando que 70% dos trabalhadores consideram seu local de trabalho uma fonte de estresse, enquanto que 51% deles admitiram que administrar esse estresse no trabalho joga a produtividade lá embaixo. E mais: os cuidados com a saúde resultantes do estresse custam às empresas norte-americanas 68 bilhões de dólares por ano, além de reduzir seu lucro em 10%.
Quais são as alternativas para reduzir os custos em saúde?
Não é novidade para ninguém que a saúde suplementar vive uma crise. Do jeito como é concebida hoje, alimenta um modelo de assistência fragmentado, com claros desperdícios ao longo de todo o sistema.
São pacientes perdidos que, por não saberem utilizar a rede de forma adequada, geram consultas e exames totalmente dispensáveis.
Não há um acompanhamento primário. O paciente vai sozinho percorrendo uma trilha meramente curativa.
Não lhe é dado protagonismo em relação à sua saúde.
O paciente não sabe atuar de forma preventiva e, muitas vezes, recebe prescrições que não são seguidas por não terem sido assimiladas ou pela impossibilidade de colocá-las em prática.
Estimativas do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) mostram que em 2017, quase R$ 28 bilhões dos gastos das operadoras de planos de saúde do Brasil com contas hospitalares e exames foram consumidos indevidamente por fraudes e desperdícios com procedimentos desnecessários. De 25 a 40% dos exames laboratoriais foram considerados desnecessários.
Essa conta não tem como fechar!
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Por outro lado, existe o aspecto urgente de garantir a sustentabilidade da empresa. Como suportar custos que não param de crescer?
A presidente da Aliança para a Saúde Populacional (ASAP), Ana Elisa Álvares Corrêa Siqueira, costuma destacar a importância de inserir empresas e usuários em um modelo mais inteligente de atendimento, no qual o paciente receberá cuidado personalizado e seu quadro será acompanhado de forma mais efetiva.
Nesta entrevista, ela é categórica: “A economia só acontece de fato quando existe um gerenciamento da saúde e uma mudança na forma como ela é vista. Nas empresas, não é possível reduzir essa conta com base em práticas de diminuição de custos já conhecidas”.
Não será hora de experimentar algo novo?
Nós contamos um de nossos cases neste whitepaper: até 56% na redução de idas de gestantes ao pronto atendimento por conta de um aplicativo desenvolvido em parceria com o São Cristóvão Saúde.
A ideia é simples e eficiente: montar um fluxo inteligente de informações para que o próprio paciente se sinta parte ativa no cuidado com a saúde. E essa lógica se aplica perfeitamente ao ambiente corporativo que busca implementar boas práticas de prevenção e monitoramente de saúde dos colaboradores.
Quer saber mais sobre como a sua empresa pode se beneficiar da tecnologia para combater o desafio dos altos gastos com plano de saúde?
Marque uma hora comigo, que explico.

