Só existem 2 tipos de médicos no Brasil: os já conectados e os prestes a se conectarem com pacientes


Que atire o primeiro mouse o médico que nunca interagiu online ou nunca considerou a possibilidade de se comunicar remotamente com o paciente. A questão é simples: o mundo todo se conectou, então, caro médico, já que Inês é morta — como diria Camões — só nos resta nadar a favor dessa maré e tirar o máximo proveito dela.
Brincadeiras a parte, a gente sabe que a área da saúde é regida por normas muito específicas de segurança, privacidade e ética. E o Medicinia, um aplicativo feito por médicos para médicos, respeita muito tudo isso. O que não nos impede, no entanto, de ter uma visão realista do comportamento dos médicos pós advento dos aplicativos de comunicação. Por que algo tão útil na vida privada não poderia estender seus benefícios à vida profissional? E assim caminha a humanidade. Certamente, a maioria dos médicos, quando se deu conta, já estava no WhatsApp com os pacientes.
Dito isso, vamos a um fato. Uma recente pesquisa da consultoria britânica Cello Health Insight em oito países — Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha, Estados Unidos, China e Brasil, mostrou que 87% dos médicos brasileiros usaram um aplicativo de mensagem genérico para se comunicar com pacientes. Divulgado o estudo, teve quem batesse pé por aqui com o resultado, alegando que o universo de brasileiros entrevistados (menos de 30) não seria significativo diante dos mais de mais de 370 mil profissionais da área. Ok!
Tem uma coisa que ficou muito clara pra gente, logo que lançamos o Medicinia, em 2012. Não dá mais para ignorar a necessidade de um um canal de comunicação que seja prático e ao mesmo tempo siga todas as recomendações de segurança, privacidade e ética que o segmento requer. A comunicação online médico-paciente cresce a passos largos, então, temos que ajudar para que se dê de forma organizada e segura.
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