WhatsApp de médico? Não somos!

Segundo o The Guardian, dos mais de 900 milhões dos usuários ativos do WhatsApp, 93 milhões estão no Brasil. É muita gente! E é lógico que, entre eles, muitos médicos. Quando o WhatsApp surgiu, ele abriu a possibilidade de conversas diretas, de forma simples e rápida. Muitos médicos enxergaram no aplicativo a possibilidade de oferecer um diferencial para seus pacientes e outros simplesmente seguiram a onda.

Porém, ferramentas gerais de comunicação não foram feitas para o mundo complexo e de informações delicadas da saúde, um universo cheio de normas éticas e de segurança. Não são plataformas idealizadas para a troca de conteúdo profissional e, principalmente, conteúdo de saúde. Muitos médicos começaram a se sentir incomodados com a invasão de sua privacidade, outros perceberam que não conseguiam organizar as informações trocadas (inventando todo o tipo de artimanhas para registrar as conversas) e alguns ainda perceberam que muitos pacientes esperavam verdadeiras consultas online ao usar os chats. O canal não era perfeito, mas os pacientes estavam tão felizes… o problema era como fazer para manter a comunicação (e a satisfação) deles, respeitando a praticidade, privacidade e segurança que as relações na área da saúde requerem e ainda (ufa!) sem a confusão entre o uso pessoal e privado, o profissional e recreativo?

É aí que entra o Medicinia.

A gente acha importante reiterar: não somos uma espécie de WhatsApp de médico; Hoje, é claro que a comparação é inevitável porque a opção de chat do Medicinia é também o centro de grande parte da interação. Mas cada vez mais caminhamos para ser uma ferramenta semi-automatizada de comunicação para acompanhamento e cuidado de pacientes. Esse é o nosso objetivo. Por isso somos complementares aos chats genéricos de comunicação na vida dos médicos e dos pacientes. Quando o assunto é profissional, o Medicinia entra em ação.

Historicamente, os avanços tecnológicos tem mais afastado do que aproximado médicos e pacientes. Antes do telefone, os médicos visitavam pacientes em suas casas. Com a evolução da tecnologia e da sociedade, eles foram se limitando cada vez mais aos seus consultórios. Nós, do Medicinia, não queremos ser um serviço de mensagem de textos para médicos se relacionarem com pacientes. Temos uma ambição muito maior que, na verdade, entendemos como uma missão: ajudar a restabelecer a relação médico-paciente original, resgatando essa proximidade por meio daquilo que ironicamente tem sido responsável por promover o distanciamento, a tecnologia. Uma proximidade respeitosa, dinâmica e eficiente na promoção da saúde.

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