O workflow definitivo para designers: Abstract app
Vitor Guerra
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Vitor, muito bacanas as suas dicas (desde o slack :D)

O nosso processo é bem similar, temos um arquivo master por projeto e um padrão de organização/ nomenclatura para evitar conflitos quando exportamos as telas para o Zeplin. Por exemplo, na maiorias das vezes nós temos interfaces iOS smartphone e tablet para um mesmo app, logo, temos um projeto para cada, variando apenas os nomes para ícones e estilos de texto para evitar que eles se sobrescrevam no Zeplin.

Mas a questão de controle de versão ainda é muito sofrida. Não criamos versões, mas, sempre que alguém fecha e termina de sincar um arquivo no Google Drive, precisa avisar a hora para o time. Em casos de emergência, o próprio drive tem um controle de versão que você consegue baixar versões anteriores de um mesmo arquivo, mas, tá muito longe de ser o ideal.

Acredito que o abstract irá ajudar bastante. E acho sua reflexão importantíssima sobre rever nossas ferramentas e processos; principalmente porque temos ótimos exemplos dos devs para seguir. E de um certo modo, recentemente, acho que o mindset de design vem se remodelando também, o próprio exemplo do Sketch (a estrutura do app, como ele se organiza) já se aproxima a um raciocínio mais lógico de desenvolvimento de interfaces. Idem ao atomic design e a muitos plugins e ferramentas que nos ajudam a ter processos mais rápidos e menos custosos. A promessa de que a Adobe sempre teria as nossas principais ferramentas de design já não é real num momento em que temos iniciativas menores que nos ajudam de maneiras diferentes e muitas vezes mais acertivas.

E do meu ponto de vista, o trabalho do designer é orgânico para se remodelar a esse momento.

Ótimo texto, obrigada :)

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