É importante se arriscar na vida
Em 2018, eu escrevi esse texto sobre minha experiência lendo Senhor dos Anéis. Pensei em postar ele em algum site por aí. Mas ficou guardado na “gaveta” do meu Google Drive. Nos últimos dias, comecei a reler os textos escritos e que ficaram parados e pensando como muitas vezes temos a vontade de fazer algo mas deixamos de lado para “viver”. Depois de muito pensar, decidi postar ele e permitir que ele viva nesse universo que é a internet.
Pretendo escrever outros textos sobre assuntos diversos e postar aqui. Acredito que muito estudantes de jornalismo, ou qualquer pessoa com vontade de escrever sobre o que gosta, tem receio de expor seus textos por conta própria. Quero mudar isso. Quero me incentivar a escrever uma vez por semana e postar aqui. Existirá semanas que postarei mais de uma vez, outras talvez nenhuma mas darei meu melhor.
Fique com o texto que escrevi em 2018, espero que goste. Estou sempre aberta a sugestões, dicas e comentários.
A experiência de ler o primeiro volume de Senhor dos Anéis depois dos filmes
Preciso começar esse texto confessando algo. Sim, eu demorei 17 anos para tomar coragem e ler “O Senhor dos Anéis”. A famosa trilogia escrita pelo britânico J. R. R. Tolkien durante a Segunda Guerra Mundial. Durante esse tempo só conhecia a adaptação para os cinemas lançada entre 2001 e 2003. Agora que esclareci isso, posso contar a minha experiência.
Depois de assistir por tantos anos a adaptação para a grande tela — e me tornar fã — decidi ler a história original. No ano passado, li “O Hobbit” (1937), o início de tudo. Graças ao sucesso dele, quando foi lançado, que hoje temos a trilogia que é referência na literatura de alta fantasia.
A história do “O Senhor dos Anéis” é dividida em três volumes: A Sociedade do Anel, As Duas Torres e O Retorno do Rei. Basicamente, conta a saga de um hobbit chamado Frodo Bolseiro, que foi incubido de ser o Protetor do “Um Anel” e destruí-lo.
Uma breve explicação sobre como o anel chegou ao pequeno hobbit: há muito tempo, na Terra-média, existiu o senhor do escuro, Sauron. Ele forjou o “Um Anel”, em Orodruin, com poder para governar a todos e controlar outros anéis. Sendo que os elfos tinham três; os anões, sete; os humanos, nove. Buscando controlar os anéis dos elfos, Sauron iniciou uma guerra. Foi derrotado pela Última Aliança — elfos, humanos e anões — e o “Um Anel” ficou sob os cuidados de Isildur. Depois, de muito — mas muito tempo mesmo — passou para as mãos de Gollum. E, durante a leitura de “O Hobbit” descobrimos como Bilbo Bolseiro, tio do Frodo, conseguiu o anel.
Meu primeiro contato com o universo criado por Tolkien foi pelos filmes dirigidos por Peter Jackson. E comparando as duas mídias, são experiências totalmente diferentes.
Tolkien é um escritor muito detalhista com uma imaginação incrível (criar uma língua élfica já diz muito, ein?). Existem partes que não estão no filme e que você nem sentiria falta, como o enredo de Tom Bombadil. Mas, outras, foram muito bem adaptadas para o cinema, o Conselho de Elrond é uma delas. Alguns personagens foram deixados de lado nos filmes e, os que ficaram, ganharam maior importância. As duas obras, literária e cinematográfica, são muito bem construídas para seu propósito. Claro, não tenho como falar de adaptação e fugir da clássica frase “mas o livro é bem melhor que o filme” mas eu diria que, nesse caso, os dois são incríveis.
Por enquanto, o projeto de leitura da trilogia continua firme e forte. Hora de começar a ler o segundo volume: As Duas Torres!
E você, já leu a trilogia? Assistiu os filmes? Comenta aí o que o você acha de “O Senhor dos Anéis”!
