Eu quis dizer imparcial mesmo.
Fernanda Isla
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Antes de mais nada, chegou a ver o vídeo do Pirula que coloquei no comentário primordial?

Okay, agora vamos por partes.

Você diz que ela é imparcial e “comprada” no resumo da história. Mas tá baseando seu argumento num artigo cientifico? ué. Eles não são comprados? xD Não ser imparcial quer dizer que há um viés, logo este artigo seria igualmente enviesado ou comprado? Fica a pergunta - que inclusive se respondida confirmando*, significa que você não concorda com sigo mesma ou que sim a Ciência é capaz de ser imparcial na maioria das vezes. Ou talvez, somente nas fontes que você no caso (Fernanda) acredita.

Irei repetir, a ciência não é uma entidade espiritual consciente para você dar a ela um adjetivo subjetivista. xD A ciência por si só sempre será independente da consciência humana. Não importa em que “santo” ou “Deus”, ou “mão invisível”, ou “consciente coletivo” nós acreditarmos. A ciência está aqui para estudar a natureza objetiva do universo. E como nós como seres materiais (Somos feitos de matéria, pam) nós somos testáveis no método cientifico independente de vontades politicas, ideológicas, consensuais ou não.

PS. E ela está analisando o sentido “objetivo” do universo. A não ser que você acredite que o universo é subjetivo. Aí você é do tipo que fala em Terra oca / Terra plana, Jumanji, Nárnia, Astrologia…

Agora sobre o link:

O texto do artigo tenta trabalhar um sentido semântico do problema e não algo prático de interpretação do problema. Portanto ele não “prova” nada, ele está apenas embasando o sentido literal de “cérebro assexuado”(estou inventando este termo para ficar algo mais “coloquial” e fácil de interpretar-me). Falando que não há características físicas claras no formato do cérebro dos indivíduos testados/analisados. Mas no final (não sei se leu e entendeu) ele fala que existe diferenças na “execução” (essa palavra não existe no texto) dos cérebros de cada individuo que o “destaca” como tal. O texto fala de “mosaicos” que podem ser encontrados em machos e fêmeas de diferentes formas por serem machos e fêmeas.

Agora minha interpretação “livre” sobre essa conclusão do texto:

Imagine que nosso corpo é um “Hardware” de computador. Certo? Um computador sem “Software” é nada, correto? sem Software é apenas uma “caixa” cheia de fios em pleno funcionamento saudável da máquina. Agora, nossos “modelo de software” imagine que é um programa dinâmico programado pela natureza para exercer funções predeterminadas para perpetuação da espécie - Um Software Darwinista por assim dizer. Ele se separa em “Módulos” (ou “mosaicos”) e cada “hardware” precisa rodar esse módulos de acordo com uma predefinição moldada no seu código genético (se você viu o vídeo do Pirula e leu os artigos vai entender essa parte genética) — Então nosso Hardware executa a “compilação” do código genético produzindo um cérebro que irá roda apenas “módulos/mosaicos” de um dos gêneros de acordo com a predestinação genética. E que se por algum motivo no processo de compilação houver erros. Este “Software” irá apresentar destoamentos com o Hardware montado no processo metamorfósico destes indivíduos. Deu pra compreender a analogia?

Nossos cérebros são iguais fisicamente. Mas nosso “sistema” interno muitas vezes podem não coincidir com o Hardware. É disso que se trata o argumento. E este artigo não apresenta uma refutação a este argumento. E o que há de mais exaustivamente encontrado pela ciência é essa resposta que acabei de interpretar pra você.

Beijos :P

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