Sobre a brevidade

da vida breve.

Leve a vida leve… vou lhe explicar o porque:

Um dia você vai morrer. Pode ser atravessando a rua, sendo assaltado, tendo ataque um cardíaco, de velhice aos 100 anos idade ou caindo um asteroide no seu planeta. Tanto faz. Não tenha medo, a morte é tão natural quanto a vida.

E mesmo que você viva 100 anos, será pouco tempo. Se você tiver apenas mais seis meses de vida, ou se você vai morrer amanhã, ou daqui 200 anos por causa da pílula da longevidade… Seu tempo é curto de uma forma abstrata.

“Ah, mas o que eu faço então? Me ajuda Batman!” — Calma. Sair correndo de braços para cima rezando, gritando ou chorando não vai fazer você se sentir melhor ou impedir que você morra algum dia. É triste, mas já li em algum lugar que assim você nasce já começa a morrer. São dias a menos, horas a menos, momentos que você vai perdendo.

Não quer dizer que você não deva se preocupar com as contas a pagar, nem com sua família… tem certas coisas que se você não se preocupar, vai ficar ainda menos tempo vivo! O que quero dizer é que coisas como ficar emburrado uma semana por que x coisa não deu certo, ou porque a encomenda não chegou, ou xingar muito no Twitter porque o time perdeu… são coisas que estão ocupando um tempo precioso.

“Ah, mas eu acredito em vida após a morte, meu bem!” Eu também acredito. Acredito até em reencarnação. E é exatamente por isso que quero ter uma vida longa, digna e tranquila… aproveitar os momentos bem aproveitados antes que a vida faça comigo uma releitura daqueles vídeos fofos onde a pessoa aponta os dedos em forma de arma para o animalzinho de estimação e diz “boom! you’re dead” e o bichinho cai para o lado se fingindo de morto.

Se você conhece alguém que está levando a vida como uma carga pesada, avise que é uma cilada, Bino.

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.