Não há tempo pra desculpas.

Não tenho religião. Sou espiritualista cristão. Posso garantir que é impossível não existir vida após a morte e que reencarnação é um processo tão natural quanto trocar de roupa. E isso não é apenas porque acredito e pronto. Não é crença, é fato.

Tenho provas diárias de fenômenos mediúnicos inacreditavelmente lindos. Na verdade, eu nem precisaria provar nada. Quem tiver o mínimo de disposição pra estudar será convencido rapidamente de que a vida no mundo espiritual é um fato, consumado já. Porém, ontem vi um post no Instagram que me deixou bem pensativo:

Na hora me veio duas coisas à cabeça:

01. Por que as pessoas se afligem tanto com a morte, se elas podem descobrir tudo através da leitura?

Muita gente teme a morte de um jeito tão absurdo, que deixam de viver, de arriscar (com prudência, claro), de apostar, de ser feliz… por receio de acontecer algo trágico. Vivem trancafiadas em suas mentes catastróficas, temendo assalto ou qualquer tipo de violência. A espiritualidade explica.

02. Vamos cogitar a possibilidade de não existir outra vida, ok? Se não existir, essa tu viveu?

Vejo tanta gente se preocupando em ganhar dinheiro e reclamar da crise ou de políticos, que me pergunto se essas pessoas já pararam pra pensar que existe vida além dos problemas. Existe uma família pra se curtir, existe uma praia pra se divertir, existem filmes pra se ver, passeios pra se fazer se bicicleta, dentre outras fontes de engrandecimento espiritual que com certeza farão esquecer da crise. E se você por um momento pensar que só estou falando isso porque a crise não me afeta, por possivelmente eu estar em situação privilegiada, peço apenas que olhe pro lado e note que quem mais reclama da vida é quem mais tem condições.

Daí volto à pergunta do Instagram:

"Se não existir outra vida, essa tu viveu?"

Ou perdeu tempo achando que ser inteligente é reclamar de tudo? Que ser pessimista é ser perspicaz? Que se fazer de vítima é uma forma de atrair a atenção?

Alexsandro participa de competições nacionais e carrega consigo uma felicidade ímpar. Curioso como pessoas deficientes conseguem ser mais gratas a Deus do que os saudáveis.

Então, o que dizer do Alexsandro Santos, que jogava basquete e futebol, sempre foi atleta, e em 2010 sofreu o acidente que o deixou paralítico? Não podendo mais andar, resolveu fazer essa bike e hoje “pedala” com as mãos pelas ruas da cidade.

Será que ele não tem motivo pra reclamar da saúde, da vida, da política e de tudo?

Em vez disso ele prefere viver.

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