Leia isso antes de falar mal de Pokémon Go
Rodrigo Motta
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Citando de forma simples o que esse jogo é…um jogo. E como qualquer jogo, ele têm objetivo principal de te entreter. Sim, é possível fazer jogos como “Rainy Day”, um jogo bem curto da desenvolvedora Thais Weiller que tem aí online (sobre ansiedade e depressão) que te fazem refletir. Mas nem todos os jogos precisam ser algum tipo de filosofia. Super Mario fez alguém ser super intelectual? Grand Theft Auto? League of Legends? Minecraft? Acredito que todos esses games não têm intenção de te transformar em um Einstein idem, porque mais da metade das coisas existentes no mundo também não têm. Baladas, parques de diversões, amoeba. Mas podemos muito bem transformar qualquer coisa fútil em algo com grande significado; há relatos de mães que dizem estar felizes que seus filhos – autistas – finalmente estejam saindo de casa. Também teve um relato de que um grupo de pessoas que estavam jogando pokemon go se juntaram a um menino que sofria bullying pra jogar com eles. Um hospital infantil está usando Pokemon Go pra tirar pacientes do leito.

É bom ter que depender de um jogo pra você ter que sair da cama? Não necessariamente…

…porque Pokemon Go não está revolucionando vidas e muito menos busca isso. Ele só está sendo, a algum nível, um “empurrãozinho” para pessoas com diversos problemas mudarem. Uma hora essa febre vai passar e talvez as pessoas parem de jogar aos poucos, mas o jogo terá deixado um legado: essas pessoas já terão mais facilidade em se socializar na vida real, terão realizado o sonho de infância de ser um pokemon trainer e, quem sabe, serão mais fitness.