999 - O jogo que mudou minha visão de um gênero
Vinícius Prata Lima
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Pensei que fosse só eu que tinha um pouco de discriminação com os visual novels hahaha, já passei muita raiva jogando animada para que, no final, fossem só uma forma de mostrar os atributos das personagens ou cenas de sexo. Eu ficava pensando se era mesmo necessário todo aqueles gráficos lindos pra personagens tão planos.
Mas como você mesmo concluiu, seria precipitado julgar todas as rosas só porque uma te espetou (ou no caso, umas 10 kkk). Acho que boa parte do meu achismo quanto aos visual novels é pelo fato da maioria dos que eu conheço serem do gênero harém ou os dating simulators serem mais populares, mesmo que alguns ainda apresentassem alguma história…histórias quais que nunca chegaram a me atrair de verdade, exatamente por não terem aqueles nós que dão gosto de te fazer bolar mil teorias ou apressar o banho pra jogar. E mesmo que fosse o contrário, os jogos de RPG Maker me conquistam mais. (E eu não tenho mais um Nintendo DS na minha vida pois ele simplesmente voou da janela do meu carro na estrada e caiu em um lago, um destino bem triste.)

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