O filme “Orgulho e Preconceito” é o que há de melhor no cinema. As histórias das irmãs Bennet, a paisagem europeia, os bailes, o “glamour” da época — que eu acho fabuloso –, o sotaque inglês, o romance entre Jane e Mr. Bingley, a fotografia, a esplêndida trilha sonora (que um dia eu vou tocar no meu casamento, especialmente a tocada por Elizabeth Bennet no piano… delightful)… e o melhor de tudo: Mr. Darcy com sua linda, maravilhosa e exemplar Elizabeth (Lizzy para os íntimos. Eu definitivamente me considero íntima).

- Quem será que descobriu o poder da poesia para espantar o amor?
- Achei que fosse o alimento do amor.
- Do amor belo e vigoroso.
- Mas e é apenas uma vaga inclinação, um pobre soneto o liquidará.
- Então o que recomenda para despertar afeição?
- Dançar. Mesmo que o par seja apenas tolerável.

Definitivamente, não há invenção melhor. Amo Jane Austen e tudo que já escreveu. Amo ainda mais o fato de ter virado filme, pois assim posso me imaginar ali, entre todos os personagens. Meu sonho era viver esse filme over and over again.