Descobrindo a América

Hoje minha turma de história americana, junto com outras duas turmas de inglês, foi à uma cidadezinha chamada Seneca Falls para uma field trip. Lá, nós visitamos o Museu Nacional dos Direitos das Mulheres.

A viagem nos ônibus amarelos foi mais longa do que eu esperava. Demoramos cerca de 2 horas e 30 minutos. Mas paramos no caminho para ir ao banheiro e no Starbucks, no entanto. Quando chegamos, estava chovendo um pouquinho e o National Park Ranger, Patrick, nos recebeu muito bem. Ficamos 45 minutos vendo as exposições do museu e eu fiquei muito surpresa. Eu não fazia ideia do que esperar, mas o museu é muito moderno e tecnológico. Cheio de exposições interativas e informações diferentes.

Parede das escadas para o segundo andar
Todas as fotos eram muito realistas e tinham alguma frase ou citação anexada

Em seguida, visitamos a capela onde a Declaration of Sentiments, uma declaração baseada na Declaração de Independência dos Estados Unidos que estabelece os diretos aos quais as mulheres do século XIX eram privadas e exigiam, foi recitada/discutida pela primeira vez. Boa parte da capela foi restaurada ou modificada desde aquela época, mas ainda tem aquela cara de antiga e frágil das capelas antigas.

Eu nunca soube que os primeiros movimentos feministas dos Estados Unidos tiveram início no estado de Nova York. Aliás, tem muita coisa sobre a história da America, que eu nunca soube e estou aprendendo.

Depois de almoçar nossos sanduíches de manteiga de amendoim e geleia, foi hora de visitar a casa da Elizabeth Cady Stanton, uma das mulheres que organizou a primeira Convenção dos Direitos das Mulheres. Eu me senti ao mesmo tempo invadindo a casa de alguém e entrando em uma casa de boneca. Foi um sentimento bem contraditório e incomum.

A casa é pequena, mas a propriedade é muito grande
Placa em frente a casa introduzindo a moradora famosa

Por último, fomos à M’Clintock House, onde os M’Clintock apoiaram o movimento feminista e onde Elizabeth Cady Stanton escreveu o primeiro rascunho da Declaração. Dizem que a casa é mal assombrada, pois os moradores originais costumavam praticar rituais espirituais ou algo do gênero. Bom, eu não vi nenhum fantasma, nem mesmo no porão, que tinha um teto baixo demais para estudantes demais. Me senti meio claustrofóbica, mas não assustada.

Entrada da suposta casa mal assombrada

Foi um dia muito divertido. Aprendi muito e espero poder ir em outros museus e conhecer mais sobre esse país tão diverso e cheio de surpresas.