Amamos as pessoas pelo que elas nos fazem sentir.

Uma amiga muito querida costuma repetir a máxima que aprendeu com a psicóloga: amamos as pessoas pelo que elas nos tornam e não pelo que elas nos dão ou são, propriamente.

Me pego pensando com frequência nesta sentença e discordando mentalmente. Discordo sempre que resolvo listar para mim mesma os motivos que te fizeram ser diferente…

Existem aqueles casos que marcam a jornada amorosa pelas coisas mais simples: carinho, companheirismo, sorrisos. São os detalhes que suprem a carência e nos fazem sentir importantes para alguém.

Mas você não era assim. Você era, unicamente, diferente.

Você me dava a segurança de ser o quão esquisita eu pudesse ser. Você achava graça. Você não tinha receio de fazer piada com meus desajeitos. Você me incluiu. Você fazia eu me sentir amada.

A pessoa que eu era com você, é a mesma pessoa que sou, que quero ser com o mundo. Mas a pessoa que você foi comigo… Suspeito que desvaneceu e se perdeu no emaranhado de confusões que você é. Se perdeu. E era essa face que eu amava em você.

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