ERNEST HEMINGWAY E O STORYTELLING EM APRESENTAÇÕES

Muitos dizem que Ernest Hemingway é um autor que consegue incorporar as qualidades de uma boa apresentação nos seus textos. Mas como seria isso possível? Hemingway é um ícone na literatura norte-americana e é sempre lembrado em cursos de humanas em faculdades, principalmente no do Storytelling da ESPM, que temos o prazer de participar. Sua especialidade era a ficção, histórias que são clássicos e se tornaram ícones da literatura americana.
Seu estilo de escrita sutil influenciou muito a ficção do século 20. Portanto, se você gosta de algum autor de ficção do século 20 e 21, pode ter certeza que há um mínimo de Hemingway nele.
Hemingway fazia parte da comunidade de escritores expatriados que residiam em Paris, comunidade conhecida como “geração perdida”. Sua vida sempre foi bastante complicada, principalmente no campo amoroso. Casou-se quatro vezes, sem contar os diversos relacionamentos fora do casamento. Seu sucesso chega ao ápice quando em 1952, ele publica “O Velho e o Mar”, ganhando o prêmio Pulitzer no ano seguinte e o Nobel de Literatura em 1954, nomenado esse trabalho como sua obra-prima. Podemos tirar alguns ensinamentos da sua estética para as apresentações. Veja:
01. “VENDE-SE: SAPATOS DE BEBÊ, SEM USO.”
Hemingway é o exemplo de um escritor bastante objetivo, com poucas divagações. Por isso é usado como exemplo nas aulas de Storytelling. Sua ficção é concisa, rápida e clara. E o principal, que usamos no storytelling, cada passagem ou acontecimento nunca é por acaso. Tudo que ele escreve tem um propósito. Podemos ver isso em filmes e séries atuais. Por menor que seja, todo acontecimento tem seu propósito.
Isso é uma das heranças de uma escrita econômica, no qual o autor resolve sua mensagem com o mínimo de palavras. Não há descrições longas e demoradas, e muitas vezes sem efeito para o andamento da história na prosa de Hemingway. Não há adjetivos inflados e exagerados. Isso te lembra um bom storytelling em apresentações?
A prosa de Hemingway é um excelente modelo de como devemos contar histórias em nossas apresentações. A brevidade, a rapidez é essencial, e simplicidade é a chave. Por experiência própria, a MonkeyBusiness é especialista em Storytelling em apresentações e sabemos que ela tem que ser rápida e eficiente. E por mais que criemos a história completa, quando a transferimos para as apresentações, é apenas um recorte da história, rápido e que transmite sua mensagem com eficiência.
Qualquer extra, irrelevância ou informação não essencial é excluído, mesmo que o apresentador conheça (e deve conhecer). Diga o que você quer dizer, da maneira mais eficiente possível. Frases curtas, concisas e claras são cruciais.
02. “ESCREVA DE FORMA TÃO VERDADEIRA, QUE MAIS TARDE ISSO VAI ACONTECER DESSA MANEIRA.”
Tudo que Hemingway escreveu era verossímil, e até histórias fantasiosas eram sempre pautadas na realidade. Mesmo sabendo que uma história deve ser inventada, e geralmente baseada em emoções vividas ou situações imaginadas, Hemingway sempre se espelhou na realidade, que para ele deve ser composta “de forma tão verdadeira, que mais tarde isso acaba acontecendo exatamente dessa maneira.”
Esse é um dos princípios básicos do Storytelling: A sua história tem que convencer, primeiramente, você, o autor. Se ela é triste, você tem que chorar. Se é empolgante, você não deve conseguir dormir. Se a história não te convence, não vai convencer seu público.
Este princípio aplica-se a também nas histórias em suas apresentações. Eles devem ser fundamentadas na realidade, ou seja, verossímeis. Apresente para o seu público histórias que são verdadeiras possibilidades, aquelas que são aplicáveis para os seus problemas e preocupações particulares, ou até em situações cotidianas. Como dissemos acima, apresentações são mais objetivas e devem respeitar e responder a um problema, a transmissão de uma mensagem.
Enfim, use suas histórias para mostrar o que pode acontecer depois, se decidir por um caminho ou outro. Isso está bastante ligado à resolução do conflito do seu storytelling. Histórias verossímeis permitem o envolvimento do seu público mais rapidamente. Mesmo por que não há tempo para um conto fantástico, onde o público demora para assimilar fatos fantasiosos.
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