Amo o que Vejo

Amo o que vejo porque deixarei

Qualquer dia de o ver.

Amo-o também porque é.

No plácido intervalo em que me sinto,

Do amar, mais que ser,

Amo o haver tudo e a mim.

Melhor me não dariam, se voltassem,

Os primitivos deuses,

Que também, nada sabem.

Ricardo Reis, in “Odes”

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