Nas margens do rio Tocantins, eu vi
O passado que deixei
O futuro que abracei
O presente que entrelaçou

Os mais diversos tipos de amor
Dos amigos, dos sorrisos
Das conversas, dos abrigos
Em cada laço, em cada traço

O caminho que faço
E refaço
A medida que o laço se faz nó

O adeus é dado como o pior
Por isso não o digo,
Pra que ninguém se sinta só, um até logo é melhor.

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.