Smart City e sua proposta futurística

Com certeza em algum momento da sua vida, entre conversas com seus amigos ou leituras de artigos na internet, você já ouviu o termo “smart city”. Mas você realmente sabe qual é a sua proposta, em que se baseia e em quais setores assessora a sociedade?

Para auxiliar a sua compreensão sobre esse projeto, iremos te fazer construir a “cidade dos sonhos” em sua imaginação: como você a idealiza? Com diversas áreas arborizadas, disponibilização de modais de transporte 100% sustentáveis, conservação e maior número de ciclovias, sinalização de rotas que facilitem o trânsito, uso inteligente da energia e existência de portais mobile para uso dos cidadãos?

Pois então! As smart cities constroem as soluções para as principais necessidades da população, empregando a metodologia de fornecimento de serviços e fatores tecnológicos que facilitam o “ir e vir” dos indivíduos e o convívio dentro de uma sociedade. Além disso, o plano sugere a leitura dos recursos disponíveis, seguida de um estudo para que estes possam ser utilizados da maneira mais efetiva.

Essas iniciativas surgiram da necessidade de reduzir os problemas oriundos da aglomeração de pessoas nos grandes centros urbanos; tais adversidades são, por exemplo, a escassez de empregos, as dificuldades para acessar a saúde pública, a grande massa de poluição, a ausência de programas de trânsito mais ágeis, a quase inexistência de prospectos sustentáveis, entre outros. Todavia, à medida em que a comunidade cresce, soluções tecnológicas surgem e prometem solucionar esses transtornos comumente ocorridos dentro da sociedade com o uso de suas inovações.

Cada Cidade Inteligente faz uso de uma tecnologia distinta, fato este que permite classificá-las:

  • Digital City: esta comunidade combina infraestrutura adaptável de comunicações de banda larga, destinada a serviços com base em padrões abertos;
  • Intelligent City: distritos onde contribuições de planejamentos tecnológicos ocorrem através da criatividade e inteligência dos seus cidadãos e disponibilidade inovadora de instituições locais;
  • Smart City: transforma os dados de infraestrutura disponíveis, permitindo uma melhor utilização destes e colaborando para um melhor fluxo social dentro da região; e
  • Ubiquitous City: as autoridades da cidade monitoram tudo que acontece nas províncias através dos equipamentos inseridos em pontos estratégicos, possibilitando, por exemplo, a fiscalização do trânsito regional, a redução de atos violentos e prevenção de acidentes.

Inegavelmente, as Cidades Inteligentes são a saída para as gritantes dificuldades que ocorrem em todas as partes do mundo e proverão melhorias em todos os âmbitos de um município.