De olhos fechados e sono leve

me deixei levar pro lugar perdido em minha mente.

Aquele que sabe de todas as coisas

a onisciência de desejos,

onipresente.

Sem influência externa,

sem pressão…

Sem fala de pai, mãe , irmão

sem amigo, sem conhecido …

Sem ela, só comigo.

De olhos fechado

corpo febril e agitada

Eu sonhei dormindo o que sonho acordada

todo dia os planos

que eu falo pra todos que estão dando certo

aquilo que adio dia após dias por pura irreverência.

Eu pedalava na liberdade,

subindo a avenida sem pesar as pernas.

Sorridente eu largava minha bolsa,

minha câmera e me ajeitava,

largava meu fone mas ele flutuava

parava a música

mas ela continuava.

Abraçava a menina

nos poucos minutos que tinha,

e perguntava

quando a lua de novo surgiria

pra gente ser livres juntas mais um dia.

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.