Robert Anton Wilson: contracultura, conspiração e ocultismo
Filipe Siqueira
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Cara, devo muito a você por essa introdução à figura do RAW, já que foi o primeiro texto esclarecedor que li sobre ele em português. Na época, foi por meio da coluna do André Forastieri.

RAW é um autor indispensável, irreverente, divertido e, de certo modo, brilhante. E que, como todo gênio, tinha lá seu cadinho de loucura. Li “A Nova Inquisição” e me identifiquei de tal forma com o neoagnosticismo generalista dele que acabei por adotá-lo.

Como bom conspiracionista, não posso deixar de mencionar o fato curiosíssimo dele ter sido acusado de atuar como agente da CIA.

Questionado sobre o assunto, ele apenas respondeu:

“Se eu fosse, não falaria.”

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