Bruna, um terço da Morrighans

Comecei a me interessar por português desde pequena. “Dom Casmurro” é o primeiro livro do qual me lembro ter lido (e as pessoas riem quando falo isso). Também desde pequena, foram nas aulas de inglês da escola que descobri uma afinidade com os idiomas.

O tempo passou e acabei ingressando num curso de inglês quando tinha de 16 para 17 anos, logo ao sair do ensino médio. Foram três anos.

Nesse meio tempo, o Orkut estava em alta. As fanfics (webnovelas, na época) também. Foi aí que começou a minha paixão por outra área correlata: a escrita. Escrevi algumas webnovelas naquela época e, anos mais tarde, viria a publicar alguns contos em antologias. Nessa mesma época, começou o meu contato quase diário com o espanhol.

Depois do curso de inglês, passei para o vestibular de Arquitetura e Urbanismo. No entanto, acabei ingressando na faculdade de Letras. Graduei-me em 2010 no curso de Licenciatura Plena, tendo estudado inglês, português e ambas as literaturas num período de três anos. Apesar do título que carrego, nunca dei aulas. Sempre quis trabalhar de forma mais direta e incisiva com esses idiomas.

Em 2013, comecei a trabalhar simultaneamente nas áreas de tradução e revisão. Desde então, não parei. Estou sempre fazendo cursos, me reciclando (no começo de 2016, comecei a pós-graduação em tradução de inglês pela Universidade Estácio de Sá) e procurando entender todas as áreas deste mundo vasto que é a minha profissão — uma das qualidades que mais admiro.

Aliás, essa é uma das coisas de que mais gosto no que faço: as possibilidades. A cada dia, tenho um trabalho diferente para executar. Seja legendagem, tradução técnica ou revisão, o tédio certamente não faz parte da minha vida profissional.

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    Retelling Myths and Reality.