Quando menos é mais
Amanda Lima Fontes
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Amandita, que prazer ao ler sobre os mares q navega, os autores q lê, as ideias que povoam teus pensamentos. És um navio q não está ancorado em um só porto. Mais uma vez me vejo feliz por isso. Pode abusar e produzir mais, ok? rs.

Acredito q o contexto abordado aflige ou já afligiu muitos de nós, diariamente. São tantos estímulos e opções a serem explorados que isso pode retirar um pouco da nossa paz.

A propósito, também gosto de toda sorte de coisas e escolher uma delas também já me deu ansiedade. E muita! Até perceber que toda e qualquer escolha que eu tomasse, seria A escolha certa, posto que me levaria por um novo caminho, com novas perspectivas, novas experiências, todo um mundo novo a ser desbravado. Como isso poderia ser uma escolha errada?

E sempre lembrando que a dita escolha, não eliminaria as demais, estas somente não seriam priorizadas naquele momento.

Mas até chegar nesse patamar, chutando a ansiedade, muitos mares já tinham sido navegados.

Diferente do Murilo Gun, acredito que abdicar é ganhar, é priorizar a premente necessidade que grita no momento da escolha. Que abdiquemos de tudo q não nos satisfaz, do que não nos preenche mais, do que não nos impulsiona ao conhecimento, ao autoconhecimento.

E confesso que me apaixonei pelo autor Rudyard Kipling, pois alcançando o parágrafo que vc nos presenteou com o pensamento dele, viajei internamente e ali fiquei por um tempo. Tem muita razão o Kipling, o medo de arriscar pode nos aleijar.

E de forma a não desejar tal limitação mental, quero arriscar-me a parecer doida e sentimental (até os dois ao mesmo tempo), a me comprometer e me expor, podendo, inclusive, ser rejeitada por esse pensamento ora manifestado. E tomo a liberdade para acrescentar mais um risco não pronunciado pelo autor: quero deitar no chão gelado com meu avô e colocar os pés no sofá, virando tudo de ponta a cabeça e correr o risco de levar bronca da minha mãe! E olha que é uma senhora bronca. Rs.

Muito amor por você, amiga! Muito bom!

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