A face cruel da ideologia de gênero

Gael e a feminista Ana Paula

A imposição da ideologia de gênero e os sucessivos ataques à família tradicional estão dando margens a perversidades praticadas contra uma geração inteira de crianças. Isso pode ser ilustrado com a matéria publicada pelo UOL sobre uma mãe feminista, liberal e abortista, que se gaba de criar o filho de 1 ano e 7 meses livre das amarras impostas pelo gênero.

Segue trecho do texto, mas a matéria na íntegra pode ser conferida no link.

Ana Paula Siewerdt, 37, conta como o filho Gael, de 1 ano e 7 meses, é confundido com menina por usar roupas e acessórios como calça saruel, chapéu, turbante, camisa feminina e sandália. A jornalista afirma que ela e o marido criam o filho para ser livre de preconceitos. Ela diz que Gael vai ter a liberdade de escolher o seu gênero quando crescer e, caso seja trans, terá todo o apoio dos pais.

O texto narrado na primeira pessoa explicita a baixeza do jornalismo partidário de causas e a crueldade destas pessoas, capazes de transformar os filhos em experimentos de laboratório em prol de uma ideologia de seita.

Pois bem, o filho dessa feminista é criado para ser livre de preconceitos e o mesmo terá o livre arbítrio para escolher o gênero quando crescer, mas a mãe o veste com roupas de mulheres desde o nascimento.

Ela e o marido afirmam terem decidido criar “um filho melhor para esse mundo louco” e para isso resolveram fazer um experimento social anulando o gênero de uma criança de 1 ano e 7 meses. Fico imaginando qual o tipo de contribuição que um adulto criado desta forma pode dar ao mundo.

Essa feminista se gaba de dar ao filho o direito de explorar e escolher sua sexualidade. Trata-se de uma falácia, uma mentira, pois na verdade esse direito lhe foi retirado desde o nascimento, as diferenças e aptidões naturais do sexo dele lhe foram anuladas de forma cruel.

A consequência dessa loucura será uma criança desequilibrada, confusa, vítima do que os médicos chamam de disforia de gênero, um transtorno mental que ocorre quando há a dissociação entre sexo e gênero do indivíduo, no desenvolvimento natural do mesmo. Capaz de gerar angústia, ansiedade, depressão, podendo levar até ao suicídio.

O mais grave é que a ideologia de gênero é hoje uma bandeira forte e agressiva encapada por grupos de esquerda, feministas e globalistas com vasto apoio da mídia que usam o movimento LGBT como embalagem para um produto venenoso sob a maquiagem da “luta contra o preconceito”, mas cujo objetivo é a promoção de uma colonização ideológica nefasta, atingindo em cheio a família como já alertou o papa Francisco.